Quatro presos apontados como líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) foram transferidos na quarta-feira de unidades prisionais paulistas para presídios federais.
Eles integram a cúpula da facção criminosa e são investigados por
ligação com uma movimentação bilionária oriunda do tráfico de drogas.
Com a nova medida, chegou a 60 o número de presos transferidos de São
Paulo para o sistema federal, cujas unidades são consideradas de segurança
máxima. A quantidade de transferências cresceu sob a gestão do governador João
Doria (PSDB): no início de 2019, eram apenas 22 detentos.
A polícia e o Ministério Público têm solicitado essa providência para
combater o contínuo crescimento do PCC, que continuou lucrando mesmo com
lideranças presas – como Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola. O chefe da
facção está na Penitenciária Federal de Brasília, após ser transferido de São
Paulo em fevereiro de 2019.
Os quatro transferidos ontem foram: Marcelo Moreira Prado, o Sem Querer;
Eduardo Aparecido de Almeida, o Pisca; Decio Gouveia Luis, o Decio Português; e
Bruno Fernando de Lima Flor, o Armani.

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