Os contribuintes que receberam indevidamente o auxílio emergencial no ano passado devolveram entre R$ 4,5 bilhões e R$ 4,7 bilhões de janeiro a abril deste ano, disse o novo secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt. Somente no mês passado, as devoluções somaram R$ 700 milhões.
O secretário não forneceu mais detalhes, como as principais razões para
a restituição do dinheiro aos cofres públicos.
Informou apenas que a devolução está prevista na lei que criou o auxílio
emergencial, aprovada pelo Congresso em março do ano passado, e consta como uma
das obrigações da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2021.
Segundo as regras da Receita Federal, quem recebeu alguma parcela do
auxílio emergencial em 2020 e teve rendimento tributável acima de R$ 22.847,76
no ano passado precisa preencher a declaração e está obrigado a devolver o
valor referente ao benefício à União. A exigência vale inclusive para
dependentes do titular da declaração que tenham recebido o auxílio no ano
passado.

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