A Justiça potiguar
determinou que o Estado deve regularizar pelo menos 50% dos policiais civis que
se encontrem exercendo atividades administrativas no âmbito da Degepol e da
Sesed, de modo a serem redirecionados às delegacias e em divisões responsáveis
pela execução da atividade-fim da Polícia Civil.
O juiz Bruno
Montenegro Ribeiro Dantas, da 3ª Vara da Fazenda Pública de Natal, concedeu
parcialmente medida liminar pleiteada pelo Ministério Público Estadual para
determinar ao Estado do Rio Grande do Norte que se abstenha de lotar policiais
civis nos setores administrativos da Delegacia Geral de Polícia Civil (Degepol)
e da Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed).
A decisão observa que
devem ser excepcionados aqueles que estiverem ocupando cargo comissionado ou
função gratificada, assim como aqueles lotados em unidades operacionais
(Divisão de Homicídios e de Proteção à Pessoa, Divisão Especializada em
Investigação e Combate ao Crime Organizado, Núcleo de Inteligência Policial,
Delegacias Regionais, Divisão de Polícia Civil do Oeste do Estado e Laboratório
de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro).
O magistrado observa
que é notório e evidente o aumento vertiginoso da criminalidade no Rio Grande
do Norte.
Para Bruno Montenegro, os dados estatísticos indicados pelo MP
demonstram com bastante clareza esse panorama.
“O Estado do Rio Grande do Norte, em curto intervalo de tempo, alcançou números de criminalidade espantosos, os quais atribuíram-lo o signo de um dos locais mais perigosos do país”, anota.
“O Estado do Rio Grande do Norte, em curto intervalo de tempo, alcançou números de criminalidade espantosos, os quais atribuíram-lo o signo de um dos locais mais perigosos do país”, anota.
Agora RN
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