Ao longo de 2018, o
Rio Grande do Norte deixou de arrecadar R$ 30 milhões em decorrência do
comércio ilegal de cigarros contrabandeados.
Os dados são do Instituto
Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO) tabulados a partir de uma pesquisa
desenvolvida pelo Ibope e foram repassados com exclusividade à TRIBUNA DO
NORTE. Eles mostram, ainda, que cerca de 57% de todos os cigarros que circulam
no Estado são contrabandeados, oriundos do Paraguai.
Essa é apenas uma parte
das mercadorias que entram no território potiguar sem registro na Secretaria de
Estado da Tributação e, consequentemente, sem o ICMS recolhido aos cofres
públicos.
Conforme números do
ETCO, de 2015 a 2018, a comecialização irregular de cigarros alcançou 413
milhões de unidades e movimentou cerca de R$ 66 milhões no Rio Grande do Norte.
Conforme estimativas da indústria do tabaco, 68% do aumento do mercado ilegal
de cigarros no Estado ocorreu em 10 cidades: Natal, Mossoró, Parnamirim, Caicó,
São Gonçalo do Amarante, Açu, Ceará-Mirim, Macaíba e Currais Novos.
Os dados do
mais recente levantamento do Ibope nesse segmento mostram que 84% do volume do
mercado ilegal é vendido nos varejos formais, principalmente em bares (43%) e
mercado e mercearias (26%), além dos vendedores ambulantes.
Tribuna do
Norte

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