Para reanimar a
economia e cumprir a promessa do choque da energia barata, o governo deve
lançar nos próximos dias um programa para reduzir o preço do gás.
Batizado de Novo
Mercado de Gás, o plano tem como principal pilar o enfrentamento de monopólios
que dominam há anos o setor – principalmente as distribuidoras, que atuam em
Estados, e a Petrobrás.
A ideia é criar um
ambiente de mercado, com mais concorrentes, e aproveitar o aumento da oferta do
gás, oriundo das áreas do pré-sal, para tentar reindustrializar o País.
O ministro da
Economia, Paulo Guedes, quer alcançar uma queda de 50% no preço do gás.
Diferente do governo
Temer, que tentou promover a abertura do mercado de gás por meio de uma lei no
Congresso Nacional, a gestão Bolsonaro aposta em medidas infralegais, que não
precisam ser aprovadas por parlamentares.
Estadão

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