Mesmo após a
renegociação das dívidas com a União, em 2016, mais da metade dos Estados
brasileiros tiveram uma piora em indicadores fiscais.
Naquele ano, o governo
federal suspendeu o pagamento e reduziu parcelas das dívidas estaduais por dois
anos, com a intenção de dar um alívio para que eles colocassem as contas em
dia.
No entanto,
levantamento feito pelo ‘Estadão/Broadcast’, com base em dados do Tesouro
Nacional, mostra que 14 das 27 unidades da federação estavam, no fim de 2018,
com ao menos um dos dois indicadores da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) –
que medem endividamento e gasto com pessoal – piores que em 2015, no auge da
crise que levou à renegociação.
São Paulo, Minas
Gerais, Alagoas, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pernambuco, Piauí, Rio de
Janeiro, Roraima, Santa Catarina, Tocantins, Bahia e Distrito Federal estão
nessa lista. Rio Grande do Norte, que decretou recentemente estado de
calamidade, e Mato Grosso do Sul não informaram os dados completos ao Tesouro.

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