A facção paulista
Primeiro Comando da Capital (PCC) está abrindo mão da “taxa de matrícula” para
reforçar seu exército pelo Brasil.
A ação está sendo
chamada de “adote um irmão” e parte do princípio de que cada membro convide uma
pessoa para integrar a facção.
Desta forma, o grupo
conquistaria 1.000 novos membros a cada mês. A ação foi detectada pela Polícia
Civil de São Paulo. As informações são da Folha de São Paulo.
A taxa
O pagamento da
mensalidade, que pode chegar até R$ 900, foi suspenso há cerca de 40 dias. A
suspensão da chamada “cebola” só não foi efetuada em São Paulo. Os valores
variam por estado e a inadimplência pode gerar cobranças e punições.
Os criminosos mais
influentes na facção, que exercem atividades de elevada hierarquia, não
precisam pagar a taxa.
De acordo com a Folha,
o PCC tem cerca de 22 mil filiados fora de São Paulo. O plano de expansão foi
identificado durante a Operação Echelon.
Em conversas
monitoradas, os criminosos mostram preocupação com outras facções em outros
estados.
Genocídio
Ainda de acordo com a
reportagem da Folha, o PCC é responsável por um “verdadeiro genocídio” de
rivais em todo o Brasil. Além disso, a facção busca manter seus membros com
armamento pesado.
Batizado
Ao aceitar a
participação, o novo membro passa por um batismo. A cerimônia é simples e o
criminoso apenas diz aceitar às regras da facção e as possíveis consequências.
Os membros também são
submetidos a um questionário sobre o estatuto do PCC, envolvimento em outras
quadrilhas, uso de drogas e até sobre “atos de homossexualismo”. Se aprovado,
entra para o chamado “Livro Branco”.
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