A Conferência Nacional
dos Bispos do Brasil (CNBB) classificou nesta quinta-feira (26) de desumana e
considerou um retrocesso a Portaria 1.129 do Ministério do Trabalho, que
alterou as regras para classificação e combate ao trabalho escravo.
“Tal iniciativa
elimina proteções legais contra o trabalho escravo arduamente conquistadas,
restringindo-o apenas ao trabalho forçado com o cerceamento da liberdade de ir
e vir.
Permite, além disso, a jornada exaustiva e condições degradantes,
prejudicando assim a fiscalização, autuação, penalização e erradicação da
escravidão por parte do Estado brasileiro”, disse em nota a CNBB, que repudiou
a portaria.

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