Maior açude público de
usos múltiplos do Brasil, o Castanhão, no Ceará, chegou ao volume mais baixo de
toda a sua história. Atualmente, o reservatório mantém 4,46% de toda a sua
capacidade de 6,7 bilhões de metros cúbicos (m³).
Uma marca semelhante a essa
só havia sido atingida em 2004, quando era recém-inaugurado e estava pegando os
primeiros aportes de água.
Após essa data a situação será reavaliada considerando os prognósticos do
período chuvoso do Ceará, que começa em fevereiro e se estende até maio.
O
volume total disponível atualmente é de 298,5 milhões de m³. Desses, 75 milhões
de m³ correspondem ao chamado volume morto.


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