O método, que já foi adotado
por países como Estados Unidos, Argentina e Portugal, já é uma realidade em
alguns estados do Brasil, como São Paulo e Pernambuco.
Nessa primeira etapa, o
sistema será implantado em Natal e região metropolitana, explica a chefe de
Gabinete da Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (Sejuc), Janaina
Xavier.
Segundo a chefe de Gabinete,
cerca de 500 equipamentos estão sendo disponibilizados pela empresa Spacecom.
“Essa empresa é a mesma que faz o monitoramento dos investigados na operação
Lava Jato. Ela é referência no país”, destacou.
Janaina Xavier detalhou que
cada tornozeleira custa R$ 275 reais/mês. Ela acrescentou que “só serão pagas
as pulseiras que estão sendo usadas naquele mês”, ressalta.
De acordo com Xavier, a
prioridade neste primeiro momento são os apenados do semiaberto e, em alguns
casos, os que passaram pelas audiências de custódia. “A empresa vai apresentar
todo o sistema na quinta e partir do mesmo dia ele já estará funcionando”,
conta.
Uma central de monitoramento
funcionará 24h nas dependências do Centro Integrado de Operações de Segurança
Pública (Ciosp), paralelamente com a supervisão da Spacecom em Curitiba.
Em Natal, uma equipe de 12
agentes penitenciários estará fazendo a supervisão. A central também
funcionará de forma integrada com o Ronda Cidadã, que dará suporte em caso de
necessidade.
Wenderval Gomes

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