terça-feira, 7 de outubro de 2014

Venda de milho subsidiado a pecuaristas começou nesta Terça

Após a publicação no último dia 30 pelo Governo do Estado de novo decreto de emergência em função da seca prolongada o que permite a venda de milho subsidiado aos criadores de municípios afetados a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) iniciou nesta terça-feira a venda de 4.500 toneladas do produto aos criadores em armazéns de cinco municípios do Rio Grande do Norte. Outras 3 mil toneladas de milho foram contratadas pela Conab e deverão chegar ainda este mês ao Estado.
Atualmente, 27 mil criadores estão cadastrados na Conab. Apenas mil estão localizados em municípios que não estão com situação de emergência decretada.
Para estes, a Conab realiza também leilões como o que houve no último mês, de 300 toneladas de milho que já estão contratadas e devem chegar ainda este mês. 

Além disso, na próxima sexta-feira, a Conab realiza um novo leilão para levar milho a todos os armazéns do Estado. 
São mais 12.300 toneladas que deverão ser leiloadas para atender a demanda de criadores no mês de novembro. 

A quantidade necessária para municípios que ficaram de fora do decreto de emergência também será dimensionada para a realização de um novo leilão ainda este ano.
4.500 toneladas serão vendidas nos armazéns de Assú, Caicó, Currais Novos, Umarizal e na unidade de Cidade Satélite, em Natal.
Nos últimos meses a procura não está sendo tão grande, com a saída de alguns municípios do decreto de emergência”, explicou o assessor da Superintendência da Conab no RN.

Atualmente, a cota mantida pela Superintendência da Conab no RN para cada criador é de no máximo 1.800 quilos de milho. Conforme Fábio Mendonça, o limite está abaixo dos 3 mil quilos previstos em uma portaria interministerial para que a quantidade atenda a todos.
O preço da saca de 60 quilos hoje custa R$ 23, mas já foi de R$ 21, o que foi motivo de reclamação por parte dos criadores no início de setembro. “O aumento é um reajuste feito a nível ministerial.

Os R$ 23 reais é um preço trabalhado em nível de Ministério e os técnicos do Estado não tem como inferir sobre qual foi o balizamento técnico que eles utilizaram para chegar a esse valor”, comentou.

Vinícius Menna – Foto: Adriano Abreu

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