O volume de água armazenado no Sistema Cantareira,
maior reservatório de São Paulo, chegou neste Domingo (11) a 8,9%, segundo a
Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).
Em apenas um dia, o volume passou de 9,1% para a atual
marca, a menor registrada até agora.
No mesmo período do ano passado, o percentual era de
61,5%.
A crise hídrica em São Paulo agrava-se desde o fim do ano passado, com um volume de chuvas bem inferior à média esperada para o verão.
A crise hídrica em São Paulo agrava-se desde o fim do ano passado, com um volume de chuvas bem inferior à média esperada para o verão.
Em maio, choveu apenas 0,6 milímetros (mm), quando a
média histórica para o mês é 83,2 mm.
O Cantareira abastece quase nove milhões de pessoas na
região metropolitana.
A situação é a pior desde que o sistema foi criado, na
década de 1970.
Segundo a Sabesp, as obras que possibilitam a retirada das águas do fundo das represas, o chamado volume morto, serão concluídas na próxima quinta-feira (15).
Segundo a Sabesp, as obras que possibilitam a retirada das águas do fundo das represas, o chamado volume morto, serão concluídas na próxima quinta-feira (15).
Estão sendo construídos dois canais de 3,5 quilômetros
e instaladas 17 bombas, que envolvem um investimento de R$ 80 milhões.
O uso da reserva técnica já havia sido apontado, há um mês, pela presidenta da Sabesp, Dilma Pena.
O uso da reserva técnica já havia sido apontado, há um mês, pela presidenta da Sabesp, Dilma Pena.
Então, o nível do reservatório estava em 12%.
Neste Domingo, a companhia informou que o total de água
abaixo do nível das comportas chega a 300 bilhões de litros, mas serão
disponibilizados, neste momento, 200 bilhões.
Agência Brasil
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