Os
mais de 14 mil professores da ativa da rede pública de ensino do Estado da
Paraíba e centenas de agentes fiscais paralisam as atividades na próxima
semana.
Os
docentes param de segunda a quarta-feira (19), acarretando no fechamento de
cerca de 800 escolas e deixando sem aulas cerca de 300 mil alunos.
Já
os agentes fiscais param somente na quarta-feira e deixarão de arrecadar
impostos por um dia.
O presidente da Associação dos Professores de Licenciatura Plena do Estado da Paraíba (APLP-PB), Francisco Fernandes, disse que “temos uma pauta nacional e outra estadual.
O presidente da Associação dos Professores de Licenciatura Plena do Estado da Paraíba (APLP-PB), Francisco Fernandes, disse que “temos uma pauta nacional e outra estadual.
Na
nacional, reivindicamos uso do dinheiro dos royalties do petróleo para
financiar a Educação, protestamos por 10% do PIB para a Educação e contra a
proposta de reajuste dos governadores que reduz o reajuste do piso nacional da
categoria, apenas para o nível do INPC do ano anterior”.
Na pauta local, prosseguiu Fernandes, a briga é pelo piso salarial nacional integral, sem proporcionalidade.
Na pauta local, prosseguiu Fernandes, a briga é pelo piso salarial nacional integral, sem proporcionalidade.
“Nós
brigamos pela valorização das gratificações dos diretores de escolas, que estão
congeladas há sete anos e que estão irrisórias; queremos a aplicação do nosso
plano de carreira, com a valorização das classes, sobretudo da graduação, da
pós-graduação, do mestrado e do doutorado, já que um professor-doutor na
Prefeitura de João Pessoa ganha mais do que o dobro de um do Estado”.


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