Policiais civis da
1ª DRPC deram cumprimento na manhã de hoje a três mandados de busca e apreensão
domiciliar que tinha como alvos fábricas de fogos de artifícios clandestinas,
todas localizadas em São Paulo do Potengi.
A ação contou com
o apoio da Polícia Militar, sob o comando do tenente Diego, e fechou duas
fábricas de fogos de artifício clandestinas, que funcionavam livremente
colocando em risco toda a coletividade.
Deflagrada a operação, dos três endereços
fiscalizados, dois realmente foram comprovados que funcionavam fábricas de
fogos de artifícios, ocasião em que foram apreendidos artefatos explosivos e
incendiários.
Paulo Lopes Barbosa, mais conhecido por
Paulinho Bomba, foi um dos presos.
Em sua residência,
localizada na Rua Pedro Ferreira das Chagas, 101, bairro Santa Clara, foram
apreendidos 35 mil traques juninos já prontos; 300 bombas de porte médio,
popularmente conhecida como "bomba bujão"; Vasta quantidade de
pólvora; enxofre e alumínio, além de artefatos para o fabrico, como papelão,
pavio de pólvora, carretéis dentre outros. Todo o material foi apreendido.
No momento da
prisão, o autuado estava trabalhando no fabrico de mais bombas, ele afirmou à
polícia que sabia que a fábrica de fogos era ilegal, porém era daquele trabalho
que retirava o seu sustento.
Em seguida foi preso Inácio Antônio dos
Santos Filho, vulgo Inácio Fogueteiro.
Na residência de
Inácio foi encontrado vasto material explosivo, como pólvora, enxofre, bombas
do tipo Bujão, pirulito e traques, além de artefatos para o fabrico das
respectivas bombas, como carretéis de linha e pavio de pólvora.
O autuado também
confessou que mantinha a fábrica de fogos clandestina há algum tempo, mesmo
sabendo que era ilegal.
O terceiro alvo, Edvaldo Nóbrega Lopes,
residente na Rua Manoel Joaquim de Araújo, s/n, Santa Clara, mantinha em sua
residência um grande estoque de fogos de artifício, todavia o proprietário
apresentou toda a documentação exigia por lei, como alvará do corpo de
bombeiros, de localização e funcionamento, bem como toda a documentação
inerente ao seu comércio, ocasião em que nada foi apreendido.
Gerlane Lima
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