A Secretaria de Estado da Saúde Pública
(Sesap), por meio da Subcoordenadoria de Vigilância Ambiental (Suvam), divulgou
os dados da última campanha de vacinação anti-rábica, realizada no Rio Grande
do Norte.
A campanha, com início no dia 14 de
agosto e término no próximo dia 14, já vacinou 403.889 mil cães e gatos,
atingindo 60.1% da meta e ocupando o 3º lugar no ranking nacional, atrás apenas
dos estados de Minas Gerais (70,14%) e Mato Grosso (74,98%).
“Desde o início da campanha, conseguimos vacinar em todo o Estado, 300.225 mil cães e 103.664 gatos, um número bem elevado. No entanto, para atingir a meta estipulada pelo Ministério da Saúde, precisamos vacinar 486.448 mil cães, já que os gatos não entram nessa estatística.
“Desde o início da campanha, conseguimos vacinar em todo o Estado, 300.225 mil cães e 103.664 gatos, um número bem elevado. No entanto, para atingir a meta estipulada pelo Ministério da Saúde, precisamos vacinar 486.448 mil cães, já que os gatos não entram nessa estatística.
Como nos aproximamos do encerramento da
campanha, pedimos à população que fique atenta e busque vacinar seus animais
domésticos”, explica Iracy Nestor, responsável pela Suvam.
Para ela, a preocupação maior é com a Grande Natal, onde foram vacinados 113 mil animais, atingindo 58,24% da meta. “A população precisa procurar os serviços para vacinar seus animais, inclusive os gatos, que são mais vulneráveis a contrair o vírus em contato com animais silvestres.
Para ela, a preocupação maior é com a Grande Natal, onde foram vacinados 113 mil animais, atingindo 58,24% da meta. “A população precisa procurar os serviços para vacinar seus animais, inclusive os gatos, que são mais vulneráveis a contrair o vírus em contato com animais silvestres.
Já que são mais curiosos, podem
facilmente entrar em contato com morcegos ou outros animais hospedeiros do
vírus", alerta Iracy Nestor.
Segundo Cintia Higashi, técnica do Programa de Controle da Raiva da Sesap, no mês de setembro sete animais silvestres tiveram os exames positivos para raiva, nos municípios de Carnaúba dos Dantas (um morcego), Lagoa de Pedra (um morcego), Timbaúba dos Batistas (um bovino), Caicó (um morcego e uma raposa) e Alto do Rodrigues (um morcego).
Segundo Cintia Higashi, técnica do Programa de Controle da Raiva da Sesap, no mês de setembro sete animais silvestres tiveram os exames positivos para raiva, nos municípios de Carnaúba dos Dantas (um morcego), Lagoa de Pedra (um morcego), Timbaúba dos Batistas (um bovino), Caicó (um morcego e uma raposa) e Alto do Rodrigues (um morcego).
Ela alerta que a população desses
municípios deve redobrar os cuidados e vacinar todos os seus animais
domésticos. Além disso, a técnica alerta para a importância de se evitar o
contato com animais silvestres, como saguis, morcegos, raposas, que também
podem transmitir a raiva ao ser humano, através de mordidas, lambidas e
arranhões.
Caso ocorra contato com um animal suspeito, a pessoa deve lavar o local lesionado com água corrente e sabão e procurar imediatamente um serviço de saúde. No Rio Grande do Norte existem os Centros de Controle de Zoonozes (órgãos responsáveis pelo controle e combate à raiva animal) em Natal, Parnamirim, Mossoró, Currais Novos, Serra Negra do Norte e Caicó. Nos municípios que não possuem esses centros, a população deve procurar as secretarias municipais de saúde.
A raiva é uma doença causada pelo vírus Lyssavírus, que ocorre nos mamíferos e pode ser transmitida ao homem pelo animal infectado.
Caso ocorra contato com um animal suspeito, a pessoa deve lavar o local lesionado com água corrente e sabão e procurar imediatamente um serviço de saúde. No Rio Grande do Norte existem os Centros de Controle de Zoonozes (órgãos responsáveis pelo controle e combate à raiva animal) em Natal, Parnamirim, Mossoró, Currais Novos, Serra Negra do Norte e Caicó. Nos municípios que não possuem esses centros, a população deve procurar as secretarias municipais de saúde.
A raiva é uma doença causada pelo vírus Lyssavírus, que ocorre nos mamíferos e pode ser transmitida ao homem pelo animal infectado.
Apesar de ser quase sempre letal –
tanto para humanos, quanto para os animais – é 100% evitável através da
aplicação de soro e da vacina anti-rábica.
Assessoria Sesap

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