Após a
reunião de negociação entre o governo do Estado, os servidores em greve da
polícia civil, Itep e delegados estaduais continuarão com a greve.
O chefe da
Casa Civil Carlos Augusto Rosado, o secretário estadual de Segurança Aldair da
Rocha e o delegado chefe Ricardo Sérgio apresentaram propostas, a partir da
pauta de reivindicações das categorias, que não foram aceitas pelos
representantes das categorias, o presidente do sindicato da Polícia Civil e
Itep (Sinpol), Djair Oliveira e a Ana Cláudia Gomes, da Associação dos
Delegados de Polícia Civil do Rio Grande do Norte (Adepol).
No total, o
governo fez seis propostas, sendo elas, a nomeação de 35 agentes a partir de
outubro deste ano a abril de 2014, no qual, a cada mês será nomeado um
escrivão, um delegado e três agentes; a devolução de 35 policiais cedidos a
outras funções; a criação da divisão de homicídios em abril do próximo ano;
retirada imediata dos presos das delegacias; assistentes de serviços gerais nas
unidades policias, aquisição de coletes e armamentos para os ingressantes.
De acordo
com Djair Oliveira, as propostas do governo “não atende nem a metade das
reivindicações das categoriais”, e exclama, “a greve começa hoje”.
Os policias
civis querem a convocação de 306 polícias já formados para trabalharem como
agentes, escrivãs e delegados e também a formação de mais 200 aprovados no
concurso.
O secretário
de segurança, Aldair da Rocha falou que essas propostas foram as que o governo
pode oferecer devido “a crise financeira e a lei de responsabilidade fiscal”.
Para o Itep,
Aldair fala que a solicitação pelo estatuto da categoria não tem previsão de
ser realizado.
Com os
ânimos alterados, policiais civis subiram a rampa da Governadoria e começaram a
bater na porta e gritando contra o posicionamento do governo estadual.
Saulo de Castro e
Virgínia França

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