A presidenta
Dilma Rousseff participou em João Pessoa, na Paraíba, da entrega de 576
unidades habitacionais do Programa Minha Casa, Minha Vida e de máquinas
retroescavadeiras a 22 prefeitos de municípios com até 50 mil habitantes.
Os
equipamentos serão usados para a abertura e reforma de estradas vicinais na
área rural. Foi a primeira vez, desde que foi eleita presidente, que Dilma
visitou o estado.
Dilma disse que o Programa Minha
Casa, Minha Vida é prioridade do seu governo e serão alocados recursos
necessários para que toda a população tenha o direito à moradia.
Desde que foi
criado, em 2009, o programa já entregou mais de 1 milhão de moradias, com
investimento de R$ 156 bilhões, e tem 1,3 milhão contratadas.
O Minha Casa,
Minha Vida subsidia a casa própria para famílias com renda de até R$ 1,6 mil e
facilita as condições de acesso ao imóvel para as que recebem até R$ 5 mil. As
famílias devem se cadastrar nas prefeituras, que fazem a seleção dos
beneficiários.
Durante a cerimônia, a presidente
adiantou que atenderá o pedido do governador do estado, Ricardo Coutinho, e do
prefeito da capital paraibana, Luciano Cartaxo, para que o governo federal
complemente os recursos, da ordem de R$ 70 milhões, que faltam para a
finalização da obra do Centro de Convenções de João Pessoa, estimada em R$ 170
milhões.
A presidente disse que a obra é importante para que a cidade, famosa
por suas belezas naturais, possa aproveitar seu potencial turístico.
À tarde, a presidente e o
governador assinaram, no município de Itatuba, na região metropolitana de
Campina Grande, a ordem de serviço para dar início ao segundo trecho do canal
Acauã-Araçagi, que custará R$ 106 milhões.
Antes, Dilma
visitou as obras da primeira etapa, nas quais foram investidos R$ 160 milhões.
O investimento total no projeto das Vertentes Litorâneas, como é chamado, será
R$ 956 milhões em 112,5 quilômetros de canal, que aproveitará as águas do
Projeto Integração do Rio São Francisco.
A estimativa do governo é que
aproximadamente 16 mil hectares de terras poderão ser usadas para agricultura,
beneficiando mais de 300 mil moradores de 37 municípios paraibanos.
O
empreendimento, de responsabilidade do Ministério da Integração Nacional, faz
parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2) e deve ser concluído em
2015.
Agência Brasil

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