domingo, 2 de dezembro de 2012

Percentual de crianças escolarizadas até 5 anos cresceu de 25,8% para 40,7%

O Brasil apresentou avanços significativos em relação à educação infantil e ensino médio na última década, graças a políticas públicas como à ampliação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), instituído em 1998, que se transformou em fundo da educação básica, o Fundeb.

Segundo dados da Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2012, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o percentual de crianças de 0 a 5 anos escolarizadas cresceu de 25,8%, em 2001, para 40,7% em 2011, percentual que chega a 77,4%, se consideradas apenas as crianças com 4 e 5 anos.

Entre os adolescentes de 15 a 17 anos, 83,7% freqüentavam a escola, contra apenas 81% em 2001.
Ainda é considerada alta, no entanto, a defasagem idade-série, apesar da melhoria do indicador ao longo da década.

Em 2011, 51,5% desses jovens estavam na série adequada, percentual bem superior aos 36,9% verificados em 2001. Este aumento é ainda mais significativo entre as famílias mais pobres: de 13%, em 2001, para 36,8%, em 2011.

O abandono escolar precoce entre jovens de 18 a 24 anos – jovens que não haviam concluído o ensino médio e que não continuavam estudando - sofreu uma queda de 11,5 pontos percentuais no período, passando de 43,8% para 32,2%, mas a taxa media de abandono ainda é cinco vezes maior entre os pobres, atingindo mais da metade deste segmento populacional.

O aumento paulatino da média de anos de estudo da população também reflete a implementação de políticas públicas para o setor. Entre 2001 e 2011, a média de anos de estudo da população com 25 anos ou mais cresceu de 6 para 7,4 anos.
Mas entre os jovens com 18 a 24 anos a escolarização cresceu mais, de 7,9 anos de estudo, em 2001, para 9,6, em 2011.

Entre os jovens de 18 a 24 anos, o percentual dos que cursam o ensino superior cresceu de 27%, em 2001, para 51,3%, em 2011.

O aumento é ainda mais se considerados apenas os jovens desta faixa etária que são pretos e pardos: de 10,2% para 35,8%.
 Portal Planalto

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