Os médicos do Rio Grande do Norte vão suspender o atendimento a pacientes de planos de saúde nesta quarta-feira (10).
De acordo com o Sinmed (Sindicato dos Médicos), os serviços de urgência e emergência não serão afetados.
No mesmo dia, a categoria irá realizar uma manifestação na praça 7 de setembro, em frente à Assembléia Legislativa, a partir das 10h.
Segundo o Sinmed, os pacientes serão previamente informados da suspensão do atendimento, podendo ter suas consultas e procedimentos eletivos reagendados.
Ainda na quarta, será realizada uma assembléia com as entidades médicas do RN na sede da Associação Médica Brasileira (AMB-RN), às 19h.
Segundo o Sinmed, os pacientes serão previamente informados da suspensão do atendimento, podendo ter suas consultas e procedimentos eletivos reagendados.
Ainda na quarta, será realizada uma assembléia com as entidades médicas do RN na sede da Associação Médica Brasileira (AMB-RN), às 19h.
Com base em decisões tomadas nas assembléias de cada estado, a categoria poderá voltar a suspender, por tempo determinado, consultas e outros procedimentos eletivos por meio de guias dos convênios – sem cobrança de valores adicionais.
Além de reajuste nos honorários, os médicos pedem o fim da interferência antiética das operadoras na relação médico-paciente.
Além de reajuste nos honorários, os médicos pedem o fim da interferência antiética das operadoras na relação médico-paciente.
Também reivindicam a inserção, nos contratos, de índices e periodicidade de reajustes – por meio da negociação coletiva pelas entidades médicas – e a fixação de outros critérios de contratualização.
Nos últimos 12 anos, os reajustes dos planos somaram 150% (30 pontos percentuais acima da inflação acumulada no período – 120%).
Nos últimos 12 anos, os reajustes dos planos somaram 150% (30 pontos percentuais acima da inflação acumulada no período – 120%).
No mesmo período, os honorários médicos não atingiram reajustes de 50%.
Da receita de R$ 82,4 bilhões, de acordo com a ANS, foram aplicados na assistência médica R$ 67,9 bilhões, o que sugere um margem de lucro abusiva.
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