O Ministério da Educação (MEC) pretende induzir a
abertura de faculdades privadas de medicina em áreas onde faltam médicos,
especialmente nas regiões Norte e Nordeste.
A idéia é lançar edital nesse sentido até o início
de 2013, oferecendo linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento
Econômico e Social (BNDES) às instituições interessadas.
O anúncio foi nesta quarta-feira pelo ministro Aloizio Mercadante, na Reunião Plenária do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (Crub). Ele afirmou que ministério indicará áreas em todo o país onde considera necessário abrir novos cursos de medicina.
O anúncio foi nesta quarta-feira pelo ministro Aloizio Mercadante, na Reunião Plenária do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (Crub). Ele afirmou que ministério indicará áreas em todo o país onde considera necessário abrir novos cursos de medicina.
A autorização será concedida à instituição
privada de ensino que apresentar a melhor proposta. Vai ser uma licitação de qualidade - resumiu Mercadante.
Atualmente, segundo o ministro, existem pedidos para a criação de cerca de 2,5 mil vagas de medicina em análise no MEC.
Atualmente, segundo o ministro, existem pedidos para a criação de cerca de 2,5 mil vagas de medicina em análise no MEC.
Por lei, o governo deve analisar se as instituições
estão aptas a oferecer cursos de qualidade e se há infraestrutura hospitalar
para a formação dos futuros profissionais, independentemente do município.
É a chamada política de balcão, em que o poder
público limita-se a autorizar ou não o que é solicitado pelas universidades.
Não temos condições de atender as demandas que são apresentadas, porque nós vamos entrar numa canibalização ou numa concentração. Canibalização, porque às vezes você só tem um equipamento do SUS e cursos públicos e privados disputando aquela infraestrutura.
Não temos condições de atender as demandas que são apresentadas, porque nós vamos entrar numa canibalização ou numa concentração. Canibalização, porque às vezes você só tem um equipamento do SUS e cursos públicos e privados disputando aquela infraestrutura.
Isso prejudica a formação e a qualidade do serviço.
Além disso, há uma concentração muito elevada. Queremos desconcentrar a
formação e pensar o Brasil como um todo. Por isso vamos mudar a política.
Da Agência O Globo
Da Agência O Globo
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