O horário de verão começou hoje (21), e os
moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, mais os do estado do
Tocantins, já adiantaram seus relógios em uma hora.
A mudança é para aproveitar
melhor a luminosidade do dia nesta época do ano, reduzindo o consumo de energia
nos horários de pico e evitando o uso de energia gerada por termelétricas.
E se não houver adaptações para a mudança de horário, algumas pessoas podem apresentar cansaço, fadiga e até mesmo chegar à exaustão, de acordo com o fisiologista Hildeamo Bonifácio.
E se não houver adaptações para a mudança de horário, algumas pessoas podem apresentar cansaço, fadiga e até mesmo chegar à exaustão, de acordo com o fisiologista Hildeamo Bonifácio.
“Nesse quadro de exaustão, a pessoa mostra
sinais parecidos com doenças, como irritabilidade, dor de cabeça, diarréia e
mudanças de humor”.
Bonifácio recomenda que, na primeira semana de mudança de horário, as pessoas aumentem a ingestão de líquido e façam refeições leves.
Bonifácio recomenda que, na primeira semana de mudança de horário, as pessoas aumentem a ingestão de líquido e façam refeições leves.
Também deve ser mantido
o horário das refeições, para o cérebro se adaptar o mais rápido possível com a
mudança.
“Se a pessoa está acostumada a tomar café às 7h, agora vai ter que
tomar no mesmo horário, mesmo que ainda não tenha tanta fome”.
A mesma tática deve ser adotada com o sono. Quem está acostumado a dormir às 22h, por exemplo, deve manter o horário, mesmo que ainda não tenha sono.
A mesma tática deve ser adotada com o sono. Quem está acostumado a dormir às 22h, por exemplo, deve manter o horário, mesmo que ainda não tenha sono.
“Se
essas orientações não forem seguidas, é como se a pessoa estivesse em uma
semana de carnaval: vai dormir tarde, acorda tarde, aí muda todo o relógio
biológico”, diz o fisiologista.
A expectativa do governo é que o horário de verão deste ano evite um gasto de 280 milhões de reais com o acionamento de usinas térmicas, que seria necessário para suprir a demanda no horário de pico.
A expectativa do governo é que o horário de verão deste ano evite um gasto de 280 milhões de reais com o acionamento de usinas térmicas, que seria necessário para suprir a demanda no horário de pico.
No
minuto

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