Um boato que começou no boca a boca e tomou grandes
proporções nas redes sociais fez com que vários trabalhadores beneficiários do
Programa de Integração Social (PIS) corressem às agências da Caixa Econômica
Federal (CEF), nesta quinta-feira (18), em busca de um suposto novo abono
extra.
O rápido interesse pelo benefício, no valor de um
salário mínimo (R$ 622), foi tamanho que a Caixa suspendeu o número da central
de serviços por conta do pico de ligações.
Segundo as informações divulgadas nas redes sociais, como Facebook, Twitter e Orkut, os beneficiários que trabalharam com carteira assinada entre os anos de 2007 e 2010 (governo Lula) teriam direito ao abono extra.
Segundo as informações divulgadas nas redes sociais, como Facebook, Twitter e Orkut, os beneficiários que trabalharam com carteira assinada entre os anos de 2007 e 2010 (governo Lula) teriam direito ao abono extra.
As orientações repassadas de forma simultânea
diziam, ainda, que os beneficiários deveriam se dirigir a um posto de
atendimento da Caixa ou casa lotérica com o número do PIS ou ligar para a
central de atendimento.
Depois, bastaria confirmar os dados para saber o dia
exato em que o dinheiro seria creditado na conta.
Muitas pessoas, inclusive, informaram que o crédito estaria disponível nesta
quinta-feira (18).
As informações gerais sobre o suposto abono extra eram totalmente desencontradas.
As informações gerais sobre o suposto abono extra eram totalmente desencontradas.
O único ponto em comum, era de que o benefício seria pago a quem trabalhou com
carteira assinada de 2007 a 2010.
Com a propagação desenfreada das informações sobre o “benefício independente”,
alguns internautas tratarem de desfazer o mal-entendido.
Alguns sites chegaram a publicar que o aconteceu
foi um erro no sistema da Caixa em relação ao pagamento do PIS para um
determinado número de beneficiários, onde algumas empresas esqueceram de
declarar a RAIS à CEF.
A caixa confirmou que as informações divulgadas nas
redes sociais são um engano e que a qualquer momento o banco vai se pronunciar
de forma oficial sobre o ocorrido.
Do Diário de Pernambuco
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