A edição do Diário Oficial do Estado (DOE) de ontem traz a portaria 247/2012 que cria o Núcleo de Inteligência Penitenciária.
O NIPen, como foi denominado, será administrado pela Coordenadoria de Administração Penitenciária (Coape) da Secretaria Estadual da Justiça e da Cidadania (Sejuc).
Ainda em fase de implantação, o núcleo terá, além da direção geral nomeada pelo titular da Sejuc, setores de Inteligência, Contra-Inteligência, Análise de Dados e Operações de Inteligência.
A ideia é transformar dados em informação e informação em conhecimento.
O sistema deverá abastecer a Coape, a secretaria estadual e o Sistema de Informações Penitenciárias (Infopen) do Ministério da Justiça com dados a respeito do sistema penitenciário potiguar.
O sistema deverá abastecer a Coape, a secretaria estadual e o Sistema de Informações Penitenciárias (Infopen) do Ministério da Justiça com dados a respeito do sistema penitenciário potiguar.
A ideia é simples: prevenir antes que seja preciso remediar, o que nem sempre é feito.
Futuro responsável por abastecer as áreas de Inteligência e Contra-Inteligência, o Setor de Operações de Inteligência deverá "produzir e manter documentários, filmes, coberturas fotográficas, gravações, levantamentos e outros registros" que sejam relevantes para gestão do sistema penitenciário. "Ainda não posso afirmar que teremos aparelhagem para fazer isso, até porque é um trabalho sigiloso.
Futuro responsável por abastecer as áreas de Inteligência e Contra-Inteligência, o Setor de Operações de Inteligência deverá "produzir e manter documentários, filmes, coberturas fotográficas, gravações, levantamentos e outros registros" que sejam relevantes para gestão do sistema penitenciário. "Ainda não posso afirmar que teremos aparelhagem para fazer isso, até porque é um trabalho sigiloso.
Mas, caso seja feito será baseado na lei, em parceria com o Ministério Público e o Judiciário", destacou Nelson Nascimento.
O NIPen ainda encontra-se em fase embrionária e não pode ter sequer a quantidade de funcionários divulgados.
O NIPen ainda encontra-se em fase embrionária e não pode ter sequer a quantidade de funcionários divulgados.
"O efetivo e o equipamento serão próprios. Neste primeiro momento estamos recrutando e treinando os agentes penitenciários.
O efetivo será condizente com a estrutura da secretaria e do sistema", limitou-se a comentar o chefe de gabinete da Sejuc.
O sistema potiguar deverá basear-se em outros núcleos.
Crítico ferrenho da inoperância das gestões do sistema prisional, o juiz Henrique Baltazar Santos, titular da Vara de Execuções Penais de Natal e Corregedor da Penitenciária de Alcaçuz, considerou a criação do Núcleo de Inteligência Penitenciária (NIPen) um avanço da Sejuc.
O sistema potiguar deverá basear-se em outros núcleos.
Crítico ferrenho da inoperância das gestões do sistema prisional, o juiz Henrique Baltazar Santos, titular da Vara de Execuções Penais de Natal e Corregedor da Penitenciária de Alcaçuz, considerou a criação do Núcleo de Inteligência Penitenciária (NIPen) um avanço da Sejuc.
"Com certeza é uma idéia muito boa.
O serviço de inteligência já existia, mas de forma amadorística e desorganizada. De forma oficial, fica muito melhor", destacou o magistrado. Para ele, o melhor serviço que o NIPen deverá fazer é a análise de dados e as operações de inteligência, que não são realizadas no momento.
Diário de Natal
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