quinta-feira, 2 de agosto de 2012

MEC diz não ter plano B em caso de continuidade da greve dos professores

O secretário de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Amaro Lins, disse que a pasta acredita no fim imediato da greve das universidades, institutos e centros tecnológicos federais.
Lins defendeu a legitimidade da Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior para assinar a proposta apresentada pelo governo, que prevê reajustes de 25% a 40% para a categoria.
Amaro Lins e o secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Marco Antônio de Oliveira, disseram que o governo não tem um “plano B” na hipótese de os docentes continuarem em greve após a assinatura do acordo com o Proifes, e que, neste caso, caberia ao Ministério do Planejamento e à Advocacia-Geral da União (AGU) decidir que medidas tomar.
O acordo com o Proifes será assinado no Ministério do Planejamento e posteriormente encaminhado ao Congresso.
O presidente do sindicato, Eduardo Rolim, disse acreditar no retorno gradual de todas as universidades às aulas.
O Proifes representa 20 mil professores de um universo de 130 mil docentes do ensino superior e tecnológico.
Destes, 5.222 responderam a uma consulta eletrônica sobre a proposta governamental feita pela entidade.
O resultado mostrou que 3.854 (74%) eram favoráveis ao fim da paralisação e 1.322 (25,3%) contrários.
Agora, o retorno às aulas dependerá do que os professores votarem em assembléias nos próximos dias.
Da Agência Brasil

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